quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Capítulo XII - TEQUETEQUE, CHUPINZÃO E A INJUSTIÇA DOS HOMENS

       


No outro dia Macunaíma acordou febrento. Tinha mesmo delirado a noite inteira e sonhado com navio.
— Isso é viagem por mar, falou a dona da pensão. Macunaíma agradeceu e de tão satisfeito virou logo
Jiguê na máquina telefone pra insultar a mãe de Venceslau Pietro Pietra. Mas a sombra telefonista avisou que não secundavam. Macunaíma achou aquilo esquisito e quis se levantar pra ir saber o que era. Porém sentia um calorão cocado no corpo todo e uma moleza de água. Murmurou:
— Ai... que preguiça...
Virou a cara pro canto e principiou falando bocagens. Quando os manos vieram saber o que era, era sarampão. Maanape logo foi buscar o famoso Bento curandeiro em Beberibe que curava com alma de índio e água de pote. Bento deu uma agüinha e fez reza cantada. Numa semana o herói já estava descascando. Então se levantou e foi saber o que tinha sucedido pro gigante.
Não tinha ninguém no palácio e a copeira do vizinho contou que Piaimã com toda a família fora na Europa descansar da sova. Macunaíma perdeu todo o requebrado e se contrariou bem. Brincou com a copeira muito aluado e voltou macambúzio pra pensão. Maanape e Jiguê encontraram o herói na porta da rua e perguntaram pra ele:
— Quem matou seu cachorrinho, meus cuidados? Então Macunaíma contou o sucedido e principiou
chorando. Os manos ficaram bem tristes de ver o herói assim e levaram ele visitar o Leprosário de Guapira, porém Macunaíma estava muito contrariado e o passeio não teve graça nenhuma. Quando chegaram na pensão era noitinha e todos já estavam desesperados. Tiraram uma porção enorme de tabaco dum cornimboque imitando cabeça de tucano e espirraram bem. Então puderam pensamentear.
— Pois é, meus cuidados, você andou lerdeando, cozinhando galo, cozinhando galo, o gigante é que não havia de
esperar, foi-se. Agora agüente a massada! Nisto Jiguê bateu na cabeça e exclamou:
— Achei!
Os manos levaram um susto. Então Jiguê lembrou que eles podiam ir na Europa também, atrás da muiraquitã. Dinheiro, inda sobravam quarenta contos do cacau vendido. Macunaíma aprovou logo porém Maanape que era feiticeiro imaginou imaginou e concluiu:
— Tem coisa milhor.
— Pois então desembuxe!
— Macunaíma finge de pianista, arranja uma pensão do Governo e vai sozinho.
— Mas praquê tanta complicação si a gente possui dinheiro à bessa e os manos podem me ajudar na Europa!
— Você tem cada uma que até parece duas! Poder a gente pode sim porém mano seguindo com arame do Governo
não é milhor? É. Pois então! Macunaíma estava refletindo e de repente bateu na testa:
— Achei! Os manos levaram um susto.
— Quê foi!
— Pois então finjo de pintor que é mais bonito! Foi buscar a máquina óculos de tartaruga um gramofoninho meias de golfe luvas e ficou parecido com pintor.
No outro dia pra esperar a nomeação matou o tempo fazendo pinturas. Assim: Agarrou num romance de Eça de Queiroz e foi na Cantareira passear. Então passou perto dele um cotruco andarengo muito marupiara porque possuía folhinha de picapau. Macunaíma dei- tado de bruços divertia-se amassando os tacurus das formigas tapipitingas. O tequeteque saudou:
— Bom-dia, conhecido, como le vai, muito obrigado, bem. Trabalhando, não?
— Quem não trabuca não manduca.
— É mesmo. Bom, té-loguinho.
E passou. Légua e meia adiante topou com um mi-cura e lembrou de trabucar também um bocado. Pegou no gambazinho, fez ele engolir dez pratas de dois milréis e voltou com o bicho debaixo do braço. Chegando perto de Macunaíma mascateou:
— Bom-dia, conhecido, como le vai, muito obrigado, bem. Si você quer te vendo meu micura.
— Quê que vou fazer com um bicho tão pichento! Macunaíma secundou botando a mão no nariz.
— Tem aca mas é coisa muito boa! Quando faz necessidade só prata que sai! Vendo barato pra você!
— Deixe de conversa, turco! Onde que se viu micura assim! Então o tequeteque apertou a barriga do gambá e o bicho desistiu as dez pratinhas.
— Está vendo! Faz necessidade é prata só! Ajuntando a gente fica riquíssimo! Barato pra você!
— Quanto que custa?
— Quatrocentos contos.
— Não posso comprar, só tenho trinta.
— Pois então pra ficar freguês deixo por trinta contos pra você!
Macunaíma desabotoou as calças e por debaixo da camisa tirou o cinto que carregava dinheiro. Porém só tinha a letra de quarenta contos e seis fichas do Cassino de Copacabana. Deu a letra e teve vergonha de receber o troco. Até inda deu as fichas de inhapa e agra- deceu a bondade do tequeteque.
Nem bem o mascate sorvetera entre as sapupiras guarubas e parinais do mato que já o micura quis fazer necessidade outra feita. O herói arrendondou o bolso aparando e a porcaria caiu toda ali. Então Macunaíma percebeu o logro e abriu numa gritaria desgraçada, caminho da pensão. Virando uma esquina encontrou o José Prequeté e gritou pra ele:
— Zé Prequeté, tira bicho do pé pra comer com café! José Prequeté ficou com ódio e insultou a mãe do herói porém este não fez caso não, deu uma grande gargalhada e foi seguindo. Mais adiante lembrou que ia indo pra casa zangado e pegou na gritaria outra vez.
Os manos inda não tinham voltadoda maloca do Governo e a patroa veio no quarto pra consolar Macunaíma, brincaram. Depois de brincarem o herói pegou no choro. Quando os manos chegaram toda a gente se sarapantou porque eles tinham cinco metros de altura. Não vê que o Governo estava com mil vezes mil pintores já encaminhados pra mandar na pensão da Europa e Macunaíma ser nomeado era mas só no dia de São Nunca. Ficava muito longe. Oinvento tinha favado e os manos ficaram compridos por causa do desaponto. Quando enxergaram o mano chorando, se assustaram bem e quiseram saber a causa. E como esqueceram o desaponto voltaram pro tamanho de dan- tes, Maanape já velhinho e Jiguê na força do homem.
O herói fazia:
— Ihihih! tequeteque me embromou! Ihihih! Comprei micura dele, quarenta contos me custou! Então os irmãos se descabelaram. Agora não era possível mais irem na Europa não, porque possuíam só a noite e
o dia. Levaram na prantina enquanto o herói esfregava o óleo de andiroba no corpo prós mosquitos não amolarem e adormecia bem.
No outro dia amanhaceu fazendo um calorão temível e Macunaíma suava que mais suava dum lado pra outro enraivecido com a injustiça do Governo. Quis sair pra espairecer porém aquela roupa tanta aumentando o calor... Teve mais raiva. Teve raiva por demais e maliciou que ia ficar com o butecaiana que é doença da raiva. Então exclamou:
— Ara! Ande eu quente, ria-se a gente!
Tirou as calças pra refrescar e pisou em cima. A raiva se acalmou no sufragante e até que muito satisfeito Macunaíma falou prós manos:
— Paciência, manos! não! não vou na Europa não. Sou Americano e meu lugar é na América. A civilização
européia de certo esculhamba a inteireza do nosso caráter. Durante uma semana os três vararam o Brasil todo pelas restingas de areia marinha, pelas restingas de mato ralo, barrancas de paranãs, abertões, corredeiras carrascos carrascões e chavacais, coroas de vazante boqueirões mangas e
fundões que eram ninhos de geada, espraiados pancadas pedrais funis bocainas barroqueiras e rasouras, todos esses
lugares, campeando nas ruínas dos conventos e na base dos cruzeiros pra ver si não achavam alguma panela com dinheiro enterrado. Não acharam nada.
— Paciência, manos! Macunaíma repetiu macambúzio. Jogamos no bicho!
E foi na praça Antônio Prado meditar sobre a injustiça dos homens. Ficou lá encostado num plátano muito bem.
Todos os comerciantes e aquele despropósito de máquina passavam rentinho do herói grugunzando sobre a injustiça
dos homens. Macunaíma já estava disposto a mudar o dístico pra: Pouca saúde e muitos pintores os males do Brasil
são quando escutou um Ihihih! chorando atrás. Virou e viu no chão um ticotico e um chupim.
O ticotico era pequetitinho e o chupim era macota. O ticotiquinho ia dum lado pra outro acompanhado sempre do
chupinzão chorando pro outro dar de comer pra ele. Fazia raiva. O ticotiquinho imaginava que o chupinzão era
filhote dele mas não era não. Então voava, arranjava um decumê por aí que botava no bico do chupinzão. Chupinzão
engolia e pegava na manha outra vez: Ihihih! mamãe... telo decumê!... telo decumê!... lá na língua dele. O
ticotiquinho ficava azaranzado porque estava padecendo fome e aquele nhenhenhén-nhenhenhén azucrinando ele,
atrás, diz-que Telo decumê!... telo decumê!... não podia com o amor sofrendo. Largava de si, voava buscar um
bichinho uma quirerinha, todos esses decumês, botava no bico do chupinzão, chupinzão engolia e principiava atrás
do ticotiquinho outra vez. Macunaíma estava meditando na injustiça dos homens e teve um amargor imenso da
injustiça do chupinzão. Era porque Macunaíma sabia que de primeiro os passarinho foram gente feito nós... Então o
herói pegou num porrete e matou o ticotiquinho.
Foi-se embora. Depois que andou légua e meia sentiu calor e lembrou de beber pinga pra refrescar. Trazia semprenum bolso do paletó uma garrafinha de pinga presa ao puíto por uma corrente de prata. Desarrolhou e chupitou de manso. Eis sinão quando escutou atrás um Ihihih! chorando. Virou sarapantado. Era o chupinzão.
— Ihihih! papai... telo decumê!... telo decumê!... lá na língua dele. Macunaíma ficou com ódio. Abriu o bolso onde estava guardado aquilo do micura e falou:
— Pois coma então! Chupinzão pulou na beira do bolso e comeu tudo sem saber. Foi engordando engordando, virou numpássaro preto bem grande e voou prós matos gritando Afinca! Afinca!. É o Pai do Vira.
Macunaíma seguiu caminho. Légua e meia adiante estava um macaco mono comendo coquinho baguaçu. Pegava no coquinho, botava no vão das pernas junto com uma pedra, apertava e juque! a fruta quebrava. Macunaíma veio e esgurejou com a boca cheia d'água. Falou:
— Bom-dia, meu tio, como lhe vai?
— Assim assim, sobrinho.
— Em casa todos bons?
— Na mesma. E continuou mastigando. Macunaíma ali, sapeando. O outro enquizilou assanhado:
— Não me olhe de banda que não sou quitanda, não me olhe de lado que não sou melado!
— Mas o quê você está fazendo aí, titio! O macaco mono soverteu o coquinho na mão fechada e secundou:
— Estou quebrando os meus toaliquiçus pra comer.
— Vá mentir na praia!
— Uai, sobrinho, si tu não dá crédito então pra-quê pergunta! Macunaíma estava com vontade de acreditar e indagou:
— É gostoso é? O mono estalou a língua:
— Chi! prove só! Quebrou de escondido outro coquinho, fingindo que era um dos toaliquiçus e deu pra Macunaíma comer.
Macunaíma gostou bem. —-É bom mesmo, tio! Tem mais?
— Agora se acabou mas si o meu era gostoso que fará os vossos! Come eles, sobrinho! O herói teve medo:
— Não dói não?
— Qual, si até é agradável!... O herói agarrou num paralelepípedo. O macaco mono rindo por dentro inda falou pra ele:
— Você tem mesmo coragem, sobrinho?
— Boni-t-ó-tó macaxeira comotó! o herói exclamou empafioso. Firmou bem o paralelepípedo e juque! nos toaliquiçus. Caiu morto. O macaco mono caçoou assim:
— Pois, meus cuidados, não falei que tu morrias! Falei! Não me escutas! Estás vendo o que sucede prós desobedientes. Agora: sic transit!
Então calçou as luvas de balata e foi-se. Daí a pouco veio uma chuvarada que refrescou a carne verde do herói, impedindo a putrefação. Logo se formou um poder de correições de formigas guajuguajus e muru-petecas pro corpo morto. O advogado Fulano atraído pelas correições topou com o defunto. Abaixou, tirou a carteira do cadáver porém só tinha cartão-de-visita. Então resolveu levar o defunto pra pensão, fez. Carregou Macunaíma nas costas e foi andando. Porém o defunto pesava por demais e o advogado viu que não podia com o peso. Então arreou o cadáver e deu uma coca de vara nele. O defunto ficou levianinho e o advogado Fulano pôde levá-lo pra pensão.
Maanape chorou muito se atirando sobre o corpo do mano. Depois descobriu o esmagamento. Maanape era feiticeiro. Logo pediu de emprestado pra patroa dois côcos-da-Bahia, amarrou-os com nó-cego no lugar dos toaliquiçus amassados e assoprou fumaça de cachimbo no defunto herói. Macunaíma foi se erguendo muito
desmerecido. Deram guaraná pra ele e daí a pouco matava sozinho as formigas que inda o mordiam. Estava tremendo muito porque por causa da chuvarada a friagem batera de repente. Macunaíma tirou a garrafinha do bolso e bebeu o resto da pinga pra esquentar. Depois pediu uma centena pra Maanape e foi até um chalé jogar no bicho. De-tarde quando viram, a centena tinha dado mesmo. E assim eles viveram com os palpites do mano mais velho. Maanape era feiticeiro.


Conteúdo completo disponível em:






Links:


Billboard Hot 100 - Letras de Músicas | Song Lyrics - Songtext - Testo Canzone - Paroles Musique - 歌曲歌词 - 歌詞 - كلمات الاغنية - песни Текст

Educação Infantil - Vídeos, Jogos e Atividades Educativas para crianças de 4 à 11 anos

Biomas Brasileiros

Prédio mais alto do Brasil

Norte Catarinense (Mesorregião)

Ribeirão Preto (Mesorregião)

Norte Central (Mesorregião)

A população atual do estado de Mato Grosso do Sul

Rio de Janeiro - Representação e Localização

Em busca da água que sustenta a vida

Arquitetura e estética no Brasil

Império Bizantino - História em 1 Minuto

Dom Casmurro - Machado de Assis

Quincas Borba - Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

O Diário de Anne Frank

Macunaíma - Mário de Andrade

O Triste Fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto

Mein Kampf - Adolf Hitler

Salmos - Capítulo 43 - Bíblia Online

Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome

Poesia - Machado de Assis

Crônicas - Machado de Assis

Teatro - Machado de Assis

Crítica - Machado de Assis

TOP 10: Poesia - Poemas em Português, Espanhol, francês e inglês


Velhas Árvores - Olavo Bilac

Marabá - Gonçalves Dias

Los Naranjos

Lorsque l'enfant paraît - Victor Hugo

Fim - Mário de Sá-Carneiro

Sonnet 18 - William Shakespeare

Vos Que, Dolhos Suaves e Serenos

Sonho Branco - Broquéis - João da Cruz e Sousa

Bandido negro - Os Escravos - Castro Alves

As cismas do destino - Augusto dos Anjos - Eu e Outras Poesia

TOP 50: PDF para Download - Domínio Público


Livros em PDF para Download

O Mito de Sísifo - Albert Camus

Aos Vinte Anos - Aluísio Azevedo

The Diary of a Young Girl - The Definitive Edition - Anne Frank

Mein Kampf - Adolf Hitler - Download PDF Livro Online

Leonor de Mendonça - Antônio Gonçalves Dias

Uma Estação no Inferno - Arthur Rimbaud

Abel e Helena- Artur Azevedo

Outras Poesias - Augusto dos Anjos

Amor De Perdição - Camilo Castelo Branco

A cachoeira de Paulo Afonso - Castro Alves

As Flores do Mal - Charles Baudelaire

David Copperfield - Charles Dickens

Faróis - Cruz e Sousa

Hell or The Inferno from The divine comedy - Dante Alighieri

A Ilustre Casa de Ramires - Eça de Queiros - PDF

Contos Extraordinários - Edgar Allan Poe

Canudos e outros temas - Euclides da Cunha - PDF

Medeia ελληνικά - Eurípides

Livro Do Desassossego - Fernando Pessoa - Livros em PDF para Download

Gente Pobre - Fiódor Mikhailovitch Dostoiévsk - Fedor Dostoievski

O Último Magnata - Francis Scott Fitzgerald

The Metamorphosis - Franz Kafka - PDF

Madame Bovary - Gustave Flaubert - PDF

Moby Dick - Herman Melville

Teogonía - Hesíodo

Odisséia - Homero - Download

Ulisses - James Joyce

Emma - Jane Austen - Download PDF Livro Online

Fausto - Johann Wolfgang von Goethe

Viagens de Gulliver - Jonathan Swift

Alfarrábios: o Ermitão da Glória - José de Alencar

O Coração das Trevas - Joseph Conrad

A mulher de Anacleto - Lima Barreto - Livros em PDF para Download

Anna Karenina - Leon Tolstói - Download

Os Lusíadas - Luís Vaz de Camões - Download

Machado de Assis

A Cartomante - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Les Essais - Michel de Montaigne - PDF

Marcel Proust - Download PDF Livro Online

Amar verbo intransitivo - Mário de Andrade - PDF Download Livro Online

Don Quixote - Miguel de Cervantes Saavedra

Alma inquieta - Olavo Bilac - PDF Download Livro Online

Metamorfoses II - Públio Ovídio Naso

As jóias da Coroa - Raul Pompeia - PDF Download Livro Online

Antigonas - Sófocles

A Montanha Mágica - Thomas Mann

Eeldrop and Appleplex - T. S. Eliot - Thomas Stearns Eliot

Marília De Dirceu - Tomás Antônio Gonzaga - PDF Download Livro Online

O Corcunda de Notre-Dame - Victor Hugo - PDF Download Livro Online

Eneida - Virgilio

O Quarto de Jacob - Virginia Woolf - PDF

A Tempestade - William-Shakespeare - Livros em PDF para Download

O Som e a Fúria - William Faulkner

Bíblia Sagrada - João Ferreira de Almeida - Bíblia

Bíblia Sagrada - Católica

O Vermelho e o Negro - Stendhal - Henri-Marie Beyle

O Homem Sem Qualidades - Robert Musil

TOP 20: Billboard - Letras de Músicas - Song Lyrics - Songtext


Say You Won't Let Go - James Arthur - Letras de Música

What They Want - Russ - Song Lyrics

Greenlight - Pitbull Featuring Flo Rida & LunchMoney Lewis - Letras de Música

No Heart - 21 Savage & Metro Boomin - Letras de Música

Shout Out To My Ex - Little Mix - Song Lyrics

A-YO - Lady Gaga - Songtext

Sneakin' - Drake Featuring 21 Savage - Letras de Música

Hallelujah - Pentatonix - Letras de Música

Fake Love - Drake - Song Lyrics

Closer - The Chainsmokers ft. Halsey - Letras de Música

Chill Bill - Rob $tone ft. J. Davi$ & Spooks - Song Lyrics

Do You Mind - DJ Khaled ft. Nicki Minaj, Chris Brown & August Alsina - Letras de Música

How I'll Always Be - Tim McGraw - Song Lyrics

My Shit - A Boogie Wit da Hoodie - Letras de Música

80s Mercedes - Maren Morris - Song Lyrics

Bad Things - Machine Gun Kelly x Camila Cabello - Letras de Música

Dirty Laundry - Carrie Underwood - Song Lyrics

Ain't My Fault - Zara Larsson - Letras de Música

Juju On That Beat (TZ Anthem) - Zay Hilfigerrr & Zayion McCall - Letras de Música

Starboy - The Weeknd feat Daft Punk - Song Lyrics

Audiobook, Educação Infantil, Ensino Fundamental


Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Atividades Educativas Ensino Fundamental - Aprendendo sobre o Dinheiro

Progress 4GL - DDK-GUI - Datasul

Your Attidute Against SAP Business All-In-One Projects

Lima Barreto - Quase ela deu o sim, mas...

Esaú e Jacó - Machado de Assis

Diva - José de Alencar

A Dívida - Artur de Azevedo

Luís Soares - Contos Fluminenses e Histórias da Meia-Noite - 01 - Machado de Assis

Singularidades de uma rapariga loura, parte 2 - Contos de Eça de Queirós

Um Club da Má Língua - Fiódor Dostoiévski

Casa Velha - Machado de Assis

Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco

À Margem da História - Euclides da Cunha

A Tempestade; Morte de Iracema; O Pampa - Eugênio Werneck - Antologia Brasileira

Os Sertões - Euclides da Cunha

Contos para Velhos - Olavo Bilac

Contos Lima Barreto

Pride and Prejudice - Jane Austen

TOP 50: BLOG by Sanderlei Silveira


Biomas brasileiros - Santa Catarina SC - Conheça seu Estado (História e Geografia)

As festas populares no estado de São Paulo - SP

Os imigrantes no século XIX e XX no estado do Paraná - PR

Pantanal – Patrimônio Natural da Humanidade - MS

Os símbolos do estado do Rio de Janeiro - RJ

Prédios mais altos do Mundo e do Brasil (Atualizado até 11/2016)

Idade das Religiões - História em 1 Minuto

The Horrors of War - Janet Hamilton

Los Naranjos - Ignacio Manuel Altamirano

How Do I Love Thee? - Sonnet 43 - Elizabeth Barrett Browning

Chill Bill - Rob $tone ft. J. Davi$ & Spooks - Letra Música

Tendências de mercado - Economia em 1 Minuto

Ismalia - Alphonsus de Guimaraens

POVO E RAÇA - Mein Kampf (Minha luta) - Adolf Hitler

Macunaíma - Mário de Andrade

O navio negreiro - Os Escravos - Castro Alves

Antífona - Broquéis - João da Cruz e Sousa

Euclides da Cunha - Os Sertões (Áudio Livro)

A aia - Contos de Eça de Queirós

Diva - José de Alencar - Audiobook

Amor é fogo que arde sem se ver - Sonetos - Poemas de Amor - Luís Vaz de Camões

Versos íntimos - Augusto dos Anjos - Eu e Outras Poesias

Curso de Espanhol Online - Grátis e Completo

Curso de Inglês Online - Grátis e Completo

O Diário de Anne Frank

Casa Velha – Machado de Assis - Livros em PDF para Download (Domínio Público)

Introduction to Design Thinking with SAP - SAP - Course Free Online

Totvs - Datasul - Treinamento Online (Gratuito)

Mitología Griega - Historia en 1 Minuto

Religion - Ancient History - History in 1 Minute

Salmos 22 - Bíblia Online

Olavo Bilac - Contos para Velhos - Áudio Livro

A Doença do Fabrício - Contos - Artur de Azevedo

Contos - Lima Barreto - Áudio Livro - Audiobook

Jane Austen - Pride and Prejudice - AudioBook

Material de apoio para Pais e Professores - Educação Infantil - Nível 1 (crianças entre 4 a 6 anos)

Sala de Aula - Educação Infantil - Nível 2 (crianças entre 5 a 7 anos)

Brincadeira - Educação Infantil - Nível 3 (crianças entre 6 a 8 anos)

Idioma Português - Educação Infantil - Nível 4 (crianças entre 7 a 9 anos)

Rio São Francisco - Educação Infantil - Nível 5 (crianças entre 8 a 10 anos)

Livros - Educação Infantil - Nível 6 (crianças entre 9 a 11 anos)

MISS DOLLAR - Machado de Assis

Quincas Borba - Machado de Assis

Crisálidas - Poesia - Machado de Assis

TU SERÁS FELIZ, BENTINHO - Dom Casmurro

O ALIENISTA - Papéis Avulsos

EMBARGOS DE TERCEIRO - A Mão e a Luva

Tu, só tu, puro amor - Teatro - Machado de Assis

Cartas Fluminenses - Crônica - Machado de Assis

Helena - Machado de Assis

JOGO PERIGOSO - Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

MELHOR DE DESCER QUE DE SUBIR - Esaú e Jacó - Machado de Assis


Nenhum comentário:

Postar um comentário