domingo, 9 de outubro de 2016

Mário de Andrade - Macunaíma - Capítulo X

       


PAUÍ-PÓDOLE


Venceslau Pietro Pietra ficara muito doente com a sova e estava todo envolvido em rama de algodão. Passou meses na rede. Macunaíma não podia nem dar passo pra conseguir a muiraquitã agora guardada dentro do caramujo por debaixo do corpo do gigante. Ima- ginou botar formiga cupim no chinelo do outro porque isso traz morte, dizem, porém Piaimã tinha pé pra trás e não usava chinelo. Macunaíma estava muito contrariado com aquele chove-não molha e passava o dia na rede mastigando beiju membeca entre codórios longos de restilo. Nesse tempo veio pedir pousada na pensão o índio Antônio, santo famoso com a companheira dele, Mãe de Deus. Foi visitar Macunaíma, fez discurso e batizou o herói diante do deus que havia de vir e tinha forma nem bem de peixe nem bem de anta. Foi assim que Macunaíma entrou pra religião Caraimonhaga que estava fazendo furor no sertão da Bahia.
Macunaíma aproveitava a espera se aperfeiçoando nas duas línguas da terra, o brasileiro falado e o português escrito. Já sabia nome de tudo. Uma feita era dia da Flor, festa inventada prós Brasileiros serem caridosos e tinha tantos mosquitos carapanãs que Macunaíma largou do estudo e foi na cidade refrescar as idéias. Foi e viu um despropósito de coisas. Parava em cada vitrina e examinava dentro dela aquela porção de monstros, tantos que até parecia a serra do Ererê onde tudo se refugiou quando a enchente grande inundou o mundo. Macunaíma passeava passeava e encontrou uma cunhatã com uma urupema carregadinha de rosas. A mocica fez ele parar e botou uma flor na lapela dele, falando:
— Custa milréis.
Macunaíma ficou muito contrariado porque não sabia como era o nome daquele buraco da máquina roupa onde a cunhatã enfiara a flor. E o buraco chamava botoeira. Imaginou escarafunchando na memória bem, mas nunca não ouvira mesmo o nome daquele buraco. Quis chamar aquilo de buraco porém viu logo que confundia com os outros buracos deste mundo e ficou com vergonha da cunhatã. Orifício era
palavra que a gente escrevia mas porém nunca ninguém não falava orifício não. Depois de pensamentear pensamentear não havia meios mesmo de descobrir o nome daquilo e pôs reparo que da rua Direita onde topara com a cunhatã já tinha ido parar adiante de São Bernardo, passada a moradia de mestre Cosme. Então voltou, pagou pra moça e falou de venta-inchada:
— A senhora me arrumou com um dia-de-judeu! Nunca mais me bote flor neste... neste puíto, dona!
Macunaíma era desbocado duma vez. Falara uma bocagem muito porca, muito! A cunhatã não sabia que puíto era palavra-feia não e enquanto o herói voltava aluado com o caso pra pensão, ficou se rindo, achando graça na palavra. Puíto... que ela dizia. E repetia gozado: Puíto... Puíto... Imaginou que era moda. Então se pôs falando pra toda a gente si queriam que ela botasse uma rosa no puíto deles. Uns quiseram outros não quiseram, as outras cunhatãsescutaram a palavra, a empregaram e puíto pegou. Ninguém mais não falava em boutonnière por exemplo; só puíto, puíto se escutava.
Macunaíma ficou de azeite uma semana, sem comer sem brincar sem dormir só porque desejava saber as línguas da terra. Lembrava de perguntar prós outros como era o nome daquele buraco mais tinha ver- gonha de irem pensar que ele era ignorante e moita. •
Afinal chegou o domingo pé-de-cachimbo que era dia do Cruzeiro, feriado novo inventado prós Brasileiros descansarem mais. De manhã teve parada na Mooca, ao meio-dia missa campal no Coração de Jesus, às dezessete corso e batalha de confetes na avenida Rangel Pes- tana e de-noite, depois da passeata dos deputados e desocupados pela rua Quinze, ia queimar um fogo-de-artifício no Ipiranga. Então pra espairecer Macunaíma foi no parque ver os fogos.
Nem bem saiu da pensão topou com uma cunha clara, louríssima, filhinha-da-mandioca bem, toda de branco e o chapéu de tucumã vermelho coberto de margaridinhas. Chamava Fráulein e sempre carecia de proteção. Foram juntos e chegaram lá. O parque estava uma boniteza. Tinha tantas máquinas repuxos misturadas com a máquina luz elétrica que a gente se encostava um no outro no escuro e as mãos se agarravam pra agüentar a admiração. Assim a dona fez e Macunaíma sussurrou docemente:
— Mani... filhinha da mandioca!...
Pois então a alemãzinha chorando comovida, se virou e perguntou pra ele si deixava ela afincar aquela margarida no puíto dele. Primeiro o herói ficou muito assarapantado, muito! e quis zangar porém depois ligou os fatos e percebeu que fora muito inteligente. Macunaíma deu uma grande gargalhada.
Mas o caso é que puíto já entrara pras revistas estudando com muita ciência os idiomas escrito e falado e já estava mais que assente que pelas leis de catalepse elipse síncope mentonímia metafonia metátese próclise prótese aférese apócope haplologia etimologia popular todas essas leis, a palavra botoeira viera a dar em puíto, por meio duma palavra intermediária, a voz latina rabanitius (botoeira-rabanitius-puíto), sendo que rabanitius embora não encontrada nos documentos medievais, afirmaram os doutos que na certa existira e fora corrente no sermo vulgaris.
Nesse momento um mulato da maior mulataria trepou numa estátua e principiou um discurso entusiasmado explicando pra Macunaíma o que era o dia do Cruzeiro. No céu escampado da noite não tinha uma nuvem nem Capei. A gente enxergava os conhecidos, os pais-das-árvores os pais-das-aves os pais-das-caças e o parentes manos pais mães tias cunhadas cunhas cunhatãs, todas essas estrelas piscapiscando bem felizes nessa terra sem mal, adonde havia muita saúde e pouca saúva, o firmamento lá. Macunaíma escutava muito agradecido, concordando com a fala comprida que o discursador fazia pra ele. Só depois do homem apontar muito e descrever muito é que Macunaíma pôs reparo que o tal de Cruzeiro era mas eram aquelas quatro estrelas que ele sabia muito bem serem o Pai de Mutum morando no campo do céu. Teve raiva da mentira do mulato e berrou:
— Não é não!
— ... Meus senhores, que o outro discursava aquelas quatro estrelas rutilantes como lágrimas ardentes, no dizer do sublime poeta, são o sacrossanto e tradicional Cruzeiro que...
— Não é não!
— Psiu!
— ... o símbolo mais...
— Não é não!
— Apoiados!
— Fora!
— Psiu!... Psiu!...
— ... mais su-sublime e maravilhoso da nossa amarmada pátria é aquele misterioso Cruzeiro lucilante que...
— Não é não!
— ... ve-vedes com...
— Nan sculhàmba!
— ... suas... qua... tro claras lantejoulas de prat...
— Não é não!
— Não é não! que outros gritavam também. Com tanta bulha afinal o mulato entrupigaitou e todos os presentes animados pelo Não é não! do herói estavam com muita vontade de fazer um chinfrim. Porém Macunaíma tremia tão tiririca que nem percebeu. Pulou em riba da estátua e principiou contando a história do Pai do Mutum. E era assim:
— Não é não! Meus senhores e minhas senhoras! Aquelas quatro estrelas lá é o Pai do Mutum! juro que é o Pai do Mutum, minha gente, que pára no campo vasto do céu!... Isso foi no tempo em que os animais já não eram mais homens e sucedeu no grande mato Fulano. Era uma vez dois cunhados que moravam muito longe um do outro. Um chamava Camã-Pabinque e era catimbozeiro. Uma feita o cunhado de Camã-Pabinque entrou no mato por amor de caçar um bocado. Estava fazendo e topou com Pauí-Pódole e seu compadre o vaga-lume Camaiuá. E Pauí-Pódole era
o Pai do Mutum. Estava trepado no galho alto da acapu, descansando. Vai, o cunhado do feiticeiro voltou pra maloca e falou pra companheira dele que tinha topado com Pauí-Pódole e seu compadre Camaiuá. E o Pai do Mutum com seu compadre num tempo muito de dantes já foram gente que nem nós. O homem falou mais que bem que tinha querido matar Pauí- Pódole com a sarabatana porém não alcançara o poleiro alto do Pai do Mutum na acapu. E então pegou na frecha de pracuuba com ponta de taboca e foi pescar carataís. Logo Camã-Pabinque chegou na maloca do cunhado e falou:
— Mana, o que foi que vosso companheiro falou pra você?
Então a mana contou tudo pro feiticeiro e que Pauí-Pódole estava empoleirado na acapu com seu compadre ovaga-lume Camaiuá. No outro dia manhãzinha Camã-Pabinque saiu do papiri dele e achou Pauí-Pódole piando naacapu. Então o catimbozeiro virou na tocandeira Ilague e foi subindo pelo pau mas o Pai do Mutum enxergou a formigona e soprou um pio forte. Bateu um ventarão tamanho que o feiticeiro despencou do pau, caindo nas capituvas da serrapilheira. Então virou na tacuri Opalá menorzinha e foi subindo outra vez, porém Pauí-Pódole tornou a enxergar a formiga. Soprou e veio um ventinho brisando que sacudiu Opalá nas trapoerabas da serrapilheira. EntãoCamã-Pabinque virou na lavapés chamada Megue, pequetitinha, subiu na acapu, ferrou o Pai do Mutum bem no furinho do nariz, enrolou o corpico e trazendo o não-se-diz entre os ferrões, juque! esguichou ácido-fórmico aí. Chi! minha gente! Isso Pauí-Pódole abriu um vôo esparramado com a dor e espirrou Megue longe! O feiticeiro nem não pôde sair mais do corpo de Megue, do susto que pegou. E ficou mais essa praga da formiguinha lavapés pra nós... Gente!.
Pouca saúde e muita saúva, Os males do Brasil são!
já falei... No outro dia Pauí-Pódole quis ir morar no céu pra não padecer mais com as formigas da nossa terra, fez. Pediu, pro compadre vaga-lume alumiar o caminho na frente com as lanterninhas verdes bem acesas. O vaga-lume Cunavá sobrinho do outro foi na frente alumiando caminho pra Camaiuá e pediu pro mano que fosse na frente alumiando pra ele também. O man0 pediu pro pai, o pai pediu pra mãe, a mãe pediu pra toda a geração, o chefe-de
polícia e o inspetor do quarteirão e muitos muitos, uma nuvem de valumes foram alumiando caminho uns prós outros. Fizeram, gostaram de lá e sempre uns atrás dos outros nunca mais voltaram do campo vasto do céu. É aquele caminho de luz que daqui se enxerga atravessando o espaço. Pauí-Pódole então avoou pro céu e ficou lá. Minha gente! aquelas quatro estrelas não é Cruzeiro, que Cruzeiro nada! É o Pai do Mutum! É o Pai do Mutum, minhagente! É o Pai do Mutum, Pauí-Pódole que pára no campo vasto do Céu!... Tem mais não.
Macunaíma parou fatigado. Então se ergueu do povaréu um murmurejo longo de felicidade fazendo relumear mais ainda as gentes, os pais-dos-pássaros os pais-dos-peixes os pais-dos-insetos os pais- das-árvores, todos esses conhecidos que param no campo do céu. E era imenso o contentamento daquela paulistanada mandando olhos de assombro pras gentes, pra todos esses pais dos vivos brilhando morando no céu. E todos esses assombros de-primeiro foram gente depois foram os assombros misteriosos que fizeram nascer todos os seres vivos. E agora são as estrelinhas do céu.
O povo se retirou comovido, feliz no coração cheio de explicações e cheio das estrelas vivas. Ninguém não se amolava mais nem com dia do Cruzeiro nem com as máquinas repuxos misturadas com a máquina luz elétrica. Foram pra casa botar pelego por debaixo do lençol porque por terem brincado com fogo aquela noite, na certa que iam mijar na cama. Foram todos dormir. E a escuridão se fez.
Macunaíma parado em riba da estátua ficara sozinho ali. Também estava comovido. Olhou pra altura. Que Cruzeiro nada! Era Pauí- Pódole se percebia bem daqui... E Pauí-Pódole estava rindo pra ele, agradecendo. De repente piou comprido parecendo trem-de-ferro. Não era trem era piado e o sopro apagou todas as luzes do parque. Então o Pai do Mutum mexeu uma asa mansamente se despedindo do herói. Macunaíma ia agradecer, porém o pássaro erguendo a poeira da neblina largou numa carreira esparramando pelo campo vasto do céu.



Conteúdo completo disponível em:






Links:


Ismalia - Alphonsus de Guimaraens

Esta Velha - Álvaro de Campos (Heterónimo de Fernando Pessoa)

Espasmo - Mario de Andrade

Exaltação da Paz - Mario de Andrade

Luís Vaz de Camões - Descalça vai para a fonte

Uma lembrança - Emília Freitas

Contemplações - Cordélia Sylvia

Morte de Raquel - Madalena da Glória

Sóror Maria do Céu - Sobre as palavras do padre Vieira

Billboard Hot 100 - Letras de Músicas | Song Lyrics - Songtext - Testo Canzone - Paroles Musique - 歌曲歌词 - 歌詞 - كلمات الاغنية - песни Текст

Educação Infantil - Vídeos, Jogos e Atividades Educativas para crianças de 4 à 11 anos

Língua Portuguesa e Atualidades

Arte e Estética

Santa Catarina - Conheça seu Estado

São Paulo - Conheça seu Estado

Paraná - Conheça seu Estado

Mato Grosso do Sul - Conheça seu Estado

Bíblia Online

O Diário de Anne Frank

Macunaíma - Mário de Andrade

Dom Casmurro - Machado de Assis

Quincas Borba - Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

Esaú e Jacó - Machado de Assis

Mein Kampf - Adolf Hitler

Cinco Minutos - José de Alencar

O Triste Fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto

História em 1 Minuto

TOP 15: PDF para Download - Domínio Público


Livros em PDF para Download

O Diário de Anne Frank - Download PDF Livro Online

Camilo Castelo Branco - Livros em PDF para Download

Castro Alves - Livros em PDF para Download

Eça de Queiros - Livros em PDF para Download

Euclides da Cunha - Livros em PDF para Download

Fernando Pessoa - Livros em PDF para Download

Jane Austen - Livros em PDF para Download

José de Alencar - Livros em PDF para Download

Machado de Assis - Livros em PDF para Download

Virginia Woolf - Livros em PDF para Download

William Shakespeare - Livros em PDF para Download

Mein Kampf - Adolf Hitler - Download PDF Livro Online

O Alienista - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Macunaíma - Mário de Andrade - PDF Download Livro Online

Esaú e Jacó - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Dom Casmurro - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Quincas Borba - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Quincas Borba - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

TOP 10: Billboard - Letras de Músicas - Song Lyrics - Songtext


Forever Country - Artists Of Then, Now & Forever - Song Lyrics

In The Name Of Love - Martin Garrix & Bebe Rexha - Song Lyrics

OOOUUU - Young M.A - Song Lyrics

Black Beatles - Rae Sremmurd feat Gucci Mane

Starboy - The Weeknd feat Daft Punk - Song Lyrics

Side To Side - Ariana Grande feat Nicki Minaj - Song Lyrics

My Way - Calvin Harris - Song Lyrics

The Greatest - Sia feat Kendrick Lamar - Song Lyrics

Broccoli - D.R.A.M. - Song Lyrics

Don't Mind - Kent Jones - Song Lyrics

Luv - Tory Lanez - Song Lyrics

Can't Stop The Feeling! - Justin Timberlake - Song Lyrics

This Is What You Came - Calvin Harris Ft. Rihanna - Song Lyrics

Sorry - Justin Bieber - Song Lyrics

Sit Still, Look Pretty - Daya - Song Lyrics

Fix - Chris Lane - Song Lyrics

With You Tonight / Hasta El Amanecer - Nicky Jam - Song Lyrics

Hit Or Miss - Jacob Sartorius - Song Lyrics

TOP 60:


As festas populares no estado de São Paulo

Assalto - Carlos Drummond de Andrade

Atividades extrativistas do estado de São Paulo - SP

As festas populares no estado do Paraná - PR

Áreas de preservação no estado de São Paulo - SP

Gonçalves Dias - Marabá - Poesia

O tropeirismo no estado do Paraná - PR

Bacias hidrográficas do estado de São Paulo - SP

Atividades extrativistas no Paraná - PR

Os imigrantes no século XIX e XX no estado do Paraná - PR

Atividades extrativistas do Mato Grosso do Sul - MS

As atividades econômicas do estado de São Paulo - SP

As festas populares do estado de Mato Grosso do Sul - MS

Biomas brasileiros - SC

Atividades extrativistas de Santa Catarina - SC

Religião – Idade Antiga (História em 1 Minuto)

A população africana e a escravidão no Paraná - PR

Os imigrantes no estado de Santa Catarina no século XX - SC

Áreas de preservação Ambiental no estado de Santa Catarina - SC

As comunidades quilombolas no Mato Grosso do Sul - MS

O relevo do estado de São Paulo - SP

As atividades econômicas do estado do Paraná - PR

Áreas de preservação Ambiental no estado de Mato Grosso do Sul - MS

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Capítulo 160 - Das Negativas (Machado de Assis)

Os biomas no estado do Mato Grosso do Sul - MS

A urbanização no estado de São Paulo no início do século XX - SP

A organização do espaço geográfico brasileiro

A poluição do rio Iguaçu (maior rio do Paraná) - PR

Clima e relevo do estado do Paraná - PR

As atividades econômicas no estado de Santa Catarina - SC

Áreas de preservação do estado do Paraná - PR

O Humanitismo - Capítulo 117 - Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

As comunidades quilombolas no estado de Santa Catarina - SC

Vegetação nativa do estado de Santa Catarina - SC

As comunidades quilombolas no estado de São Paulo na atualidade - SP

Os índios Xetá no estado do Paraná - PR

Bacias hidrográficas de Santa Catarina - SC

Rio Iguaçu e sua importancia na historia do Paraná - PR

Machado de Assis - Esaú e Jacó - Capítulo 60 - Manhã de 15

A ocupação e o povoamento do Mato Grosso do Sul - MS

Clima e relevo no estado de Santa Catarina - SC

A formação da cultura de Santa Catarina - SC

Capítulo 17 - Ursa Maior - Mário de Andrade - Macunaíma

Luís Vaz de Camões - Soneto 57 - De Vos me Aparto, oh Vida! Em Tal Mudança

Bacias hidrográficas do Mato Grosso do Sul - MS

Gonçalves Dias - Canção do exílio - Poesia

As comunidades quilombolas no estado do Paraná - PR

A imigração europeia no estado do Paraná - PR

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Biomas brasileiros - PR

Relevo do estado de Mato Grosso do Sul - MS

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Luís Vaz de Camões - Soneto 43 - Como Quando do Mar Tempestuoso

A população indígena na região do estado de Santa Catarina - SC

Luís Vaz de Camões - Soneto 45 - Leda Serenidade Deleitosa

Norte Catarinense (Mesorregião) - SC

Top 10 - Prédios mais altos do mundo

A arte como registro histórico

A escultura, depois de Alexander Calder

Atividades Educativas Ensino Fundamental - Aprendendo sobre o Dinheiro

Os símbolos do estado do Rio de Janeiro - RJ

TOP 10: BLOG


História em 1 Minuto

Santa Catarina - Conheça seu Estado (História e Geografia)

São Paulo - Conheça seu Estado (História e Geografia)

Paraná - Conheça seu Estado (História e Geografia)

Mato Grosso do Sul - Conheça seu Estado (História e Geografia)

Rio de Janeiro - Conheça seu Estado (História e Geografia)

Língua Portuguesa, Arte e Literatura

Letras de Músicas - Sanderlei

Poesia - Sanderlei Silveira

Áudio Livro - Sanderlei

Adolf Hitler - Mein Kampf (Minha luta)


Nenhum comentário:

Postar um comentário