segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Capítulo XIV



XIV MUIRAQUITÃ


No outro dia de manhã nem bem Macunaíma abriu a janela, enxergou um passarinho verde. O herói ficou satisfeitíssimo e inda estava ficando satisfeito quando Maanape entrou no quarto contando que as máquinas jornais anunciavam a volta de Venceslau Pietro Pietra. Então Macunaíma resolveu não ter mais contemplação com o gigantee matá-lo. Saiu da cidade e foi no mato Fulano experimentar força. Campeou légua e meia e afinal topou com uma peroba com a sapopemba do tamanho dum bonde. Esta serve ele fez. Enfiou o bra- ço na sapopemba, deu arranco e o pau saiu da terra não deixando nem sinal. Agora sim que tenho força! Macunaíma exclamou. Tornou a ficar satisfeito e voltou pra cidade. Porém não podia nem andar porque estava cheio de carrapatos. Macunaíma com muita pachorra falou pra eles:
— Ara, carrapatos! vão embora, pessoal. Não devo nada pra vocês não!
Então a carrapatada caiu no chão por encanto e foi-se embora. Carrapato já foi gente que nem nós... Uma feita botou uma vendinha na beira da estrada e fazia muitos negócios porque não se incomodava de vender fiado. Tanto fiou tanto fiou, tanto Brasileiro não pagou que afinal carrapato quebrou e foi posto pra fora da vendinha. Ele agarra tanto na gente porque está cobrando as contas.
Quando Macunaíma chegou na cidade já era noite fechada e ele foi logo tocaiar a casa do gigante. Tinha neblina sobre o mundo e a casa estava sem ninguém de tanta que era a escureza. Macunaíma se lembrou de procurar uma criada pra brincar mas tinha estacionamento das máquinas táxis na esquina e as cunhas já estavam brincado por aí. Macunaíma se lembrou de armar arapuca prós curiós mas faltava isca. Não havia que fazer e sentiu sono. Porém dormir não queria não porque estava esperando Venceslau Pietro Pietra. Imaginou: Agora vou vigiar e quando Sono vier enforco ele. Não demorou muito viu um vulto chegando. Era Emoron-Pódole, o Pai do Sono. Macunaíma ficou muito parado entre os ninhos de cupim pra não espantar o Pai do
Sono e poder matá-lo. Emoron-Pódole veio vindo veio vindo e quando já estava pertinho, o herói cochilou, bateu com
o queixo no peito, mordeu a língua e gritou:
— Que susto!
O Sono fugiu logo. Macunaíma seguiu andando muito desapontado. Ora veja só! não peguei mas quase... Vou esperar outra vez e macacos me lambam si agora não pego o Pai do Sono e enforco ele! Assim que o herói refletiu. Tinha um corgo perto com um pau caído por cima servindo de pinguela. Mais pra longe uma lagoa branquejava de luar porque a neblina já tinha ido-se embora. A vista era quieta e muito suave por causa da agüinha cantando o acalanto dos pobres. O Pai do Sono devia de estar amoitado por ali. Macunaíma cruzou os braços e com o olho esquerdo dormindo ficou imóvel entre os ninhos de cupim. Não demorou muito enxergou Emoron-Pódole chegando. O Pai do Sono veio vindo veio vindo e de repente parou. Macunaíma ouviu que ele falava:
— Aquele sujeito não tá morto não. Morto que não arrota onde se viu! Então o herói arrotou juque!"
— Onde se viu morto arrotar, gentes! o Sono caçoou e fugiu logo. Por isso que o Pai do Sono inda existe e os homens por castigo não podem dormir em pé. Macunaíma ia ficar desapontado com o sucedido quando escutou uma bulha e enxergou do outro lado do
corgo um chofer gesticulando feito chamado. Ficou muito sarapantado e gritou tiririca:
— Isso é comigo, colega! Sou francesa não!
— Sai azar! o rapaz fez.
Então Macunaíma pôs reparo numa criadinha com um vestido de linho amarelo pintado com extrato de tatajuba. Ela já ia atravessando o corgo pelo pau. Depois dela passar o herói gritou pra pingela:
— Viu alguma coisa, pau?
— Vi a graça dela!
— Quá! quá! quá quaquá!...
Macunaíma deu uma grande gargalhada. Então seguiu atrás do par. Eles já tinham brincado e descansavam na beira da lagoa. A moça estava sentada na borda duma igarité encalhada na praia. Toda nua inda do banho comia tambiús vivos, se rindo pro rapaz. Ele deitara de bruços na água rente do pés da moça e tirava os lambarizinhos da lagoa pra ela comer. A crilada das ondas amontava nas costas dele porém escorregando no corpo nu molhado caía de novo na lagoa com risadinhas de pingos. A moça batia com os pés n'água e era feito um repuxo roubado da Luna espirrando jeitoso, cegando o rapaz. Então ele enfiava a cabeça na lagoa e trazia a boca cheia deágua. A moça apertava com os pés as bochechas dele e recebia o jato em cheio na barriga, assim. A brisa fiava a cabeleira da moça esticando de um em um os fios lisos na cara dela. O moço pôs reparo nisso. Firmando o queixo no joelho da companheira ergueu o busto da água, estirou o braço pro alto e principiou tirando os cabelos da cara da moça pra que ela pudesse comer sossegada os tamiús. Então pra agradecer ela enfiou três lambarizinhos na boca dele e rindo muito fastou o joelho depressa. O busto do rapaz não teve apoio mais e ele no sufragante focinhou n'água até
o fundo, a moça inda forçando o pescoço dele com os pés. Ela ia escorregando sem perceber de tanta graça que achava na vida. Ia escorregando e afinai a canoa virou. Pois deixai ela virar! A moça levou,um tombo engraçado por cima do rapaz e ele enrolou-se nela talqualmente um apuizeiro carinhoso. Todos os tamiús fugiram enquanto os dois brincavam n'água outra vez.
Macunaíma chegava. Sentou no .fundo da igarité virada, esperando. Quando viu que eles tinham acabado de brincar, falou pro chofer:
— Faz três dias que não como, Semana que não escarro, Adão foi feito de barro, Sobrinho, me dá um cigarro.
O chofer secundou:
— Me desculpe, meu parente, Si cigarro não lhe dou; A palha o fosfre e o goiano Caiu n'água, se molhou.
— Não se incomode que eu tenho, respondeu Macunaíma. Tirou uma cigarreira de tartaruga feita por Antônio do Rosário no Pará, ofereceu cigarros de palha de tauari pro moço e pra criadinha, acendeu um fósforo prós dois e outro pra ele. Depois afastou os mosquitos e principiou contando um caso. Assim a noite passava depressa e a gente não se amolava com o canto da sururina marcando as horas da escuridão. E era assim;
— No tempo de dantes, moços, o automóvel não era uma máquina que nem hoje não, era a onça parda. Se chamava Palauá e parava no grande mato Fulano. Vai, Palauá falou prós olhos dela:
— Vão na praia do mar, meus verdes olhos, depressa depressa depressa!
Os olhos foram e a onça parda ficou cega. Porém levantou o focinho, fez ele cheirar o vento e percebeu que Aimalá-Pódole, o Pai da Traíra estava andando lá no longe do mar e gritou:
— Venham da praia do mar, meus verdes olhos, depressa depressa depressa!
Os olhos vieram e Palauá ficou enxergando outra vez. Passava por ali a tigre preta que era muito feroz e falou pra Palauá:
— O que você está fazendo, comadre!
— Estou mandando meus olhos olharem o mar.
— É bom?
— Prós cachorros!
— Então manda os meus também, comadre!
— Mando não porque Aimalá-Pódole está na praia do mar.
— Manda que sinão te engulo, comadre! Então Palauá falou assim:
— Vão na praia do mar, amarelos olhos de minha comadre tigre, depressa depressa depressa!
Os olhos foram e a tigre preta ficou cega. Aimalá-Pódole estava lá e juque! engoliu os olhos da tigre. Palauá maliciou tudo porque o Pai da Traíra estava cheirando mui forte. Foi tratando de se raspar. Porém a tigre preta que era mui feroz presenciou a fugida e falou pra onça parda:
— Espera um pouco, comadre!
— Não vê que careço de buscar janta pra meus filhos, comadre. Então até outro dia.
— Primeiro manda meus olhos voltarem, comadre, que já tomei um fartão de escureza. Palauá gritou:
— Venham da praia do mar, amarelos olhos de minha comadre tigre, depressa depressa depressa! Porém os olhos não voltaram não e a tigre preta ficou feito fúria.
— Agora que te engulo, comadre!
E correu atrás da onça parda. Foi uma chispada mãe por esses matos que chii! os passarinhos se tornaram pequetitinhos pequetitinhos de medo e a noite levou um susto tamanho que ficou paralítica. Por isso que quando faz dia em riba das árvores, dentro do mato é sempre noite. A coitada não pode mais andar...
Quando Palauá correu légua e meia olhou pra trás fatigada. A tigre preta vinha perto. Vai, Palauá chegou nummorro chamado Ibiraçoiaba e topou com um bigorna gigante, aquela uma que pertencia à fundição de AfonsoSardinha no princípio da vida brasileira. Junto da bigorna estavam quatro rodas esquecidas. Então Palauá amarrou elas nos pés pra poder deslizar sem muito esforço e, como se diz: desatou o punho da rede outra vez, uma chispada mãe! A onça engoliu num átimo légua e meia de terreno porém isso vinha que vinha acochada pela tigre. Faziam um barulhão tamanho que os passarinhos estavam pequetitinhos pequetitinhos de medo e a noite mais pesada por causa que não podia andar. E a bulha inda era assombrada pelos gemidos do noitibó... Noitibó é Pai da Noite, moços, e chorava a miséria da filha.
Bateu fome em Palauá. A tigre na cola dela. Mas Palauá nem não podia mais correr assim com o estômago nas costas, vai» em de mais longe quando passou pela barra do Boipeba onde o cuisarruim morou, viu um motor perto e engoliu o tal. Nem bem motor caiu na barriga da onça que a pobre criou força nova e chispou. Fez légua e meia e olhou pra trás. Isso a tigre preta vinha feita pra cima dela. Estava uma escureza que só vendo por causa da malinconia da noite e bem na frente dum feixo a onça deu uma trombada temível no derrame dum morrete, que por um triz, era uma vez Palauá! Vai, ela abocanhou dois vagalumões e seguiu com eles nos dentes pra alumiar caminho. Nem bem fez outra légua e meia olhou pra trás. A tigre junto. Era por causa
que a onça parda cheirava muito e a peste da cega tinha faro de perdigueiro. Vai, Palauá ingeriu um purgante de óleo de mamona, pegou numa lata da essência chamada gasolina, despejou no x e lá foi fuomfuom! fuom! que nem burro peidorreiro por aí. A bulha foi tamanha que nem se escutou o tinido assombrado dos pratos partidos do morro do Assobio ali. A tigre preta ficou toda atrapalhada por causa que era cega e não cheirava mais a catinga da comadre.Palauá correu mais muito e olhou pra trás. Não enxergou a tigre. Também nem não podia mais correr com as fuças fumegando de quentura. Tinha ali perto um bananal macota com um pauê na faixa porque Palauá já tinha chegado no porto de Santos. Vai, a bicha derramou água cansada no focinho e desesquentou. Depois cortou uma folha açu de banana-figo e se escondeu botando ela por riba feito capote. Dormiu assim. A tigre preta que era muito feroz até passou por ali, onça nem pio. E a outra passou não presenciando a comadre. Então de medo a onça nunca mais que largou de tudo o que tinha ajudado ela fugir. Anda sempre com roda nos pés, motor na barriga, purgante de óleo na garganta, água nas fuça?, gasolina no osso-de-Pai-João, os dois vaga-lumes na boca e o capote de folha de banana-
figo cobrindo, ai ai! prontinha pra chispar. Principalmente si pisa nalguma correição da formiga chamada taxi e alguma trepando no pelame luzido morde a orelha dela, qual! chispa que nem Deus! E inda tomou nome estranho pradisfarçar mais. É a máquina automóvel.
Mas por causa que bebeu água cansada Palauá teve estupor. Possuir automóvel de seu é ter estupor em casa, moços.'
Dizem que mais tarde a onça pariu uma ninhada enorme. Teve filhos e filhas. Uns machos outros fêmeas. Por isso que a gente fala um forde e fala uma chevrolé...
Tem mais não.
Macunaíma parou. Chorava comoção pela boca dos moços. Sobre as águas a fresca boiava de barriga pro ar. O
rapaz mergulhou á cabeça pra disfarçar a lágrima e trouxe um tabiú nos dentes rabejando danadinho. Repartiu a comida com a moça. Então lá na porta da casa uma onça fíate abriu a goela e urrou pra Lua:
— Baúa, Baúa!
Se escutou uma bulha formidável e tomou conta do ar um pitium sufocado. Era Venceslau Pietro Pietra que chegava. O motorista se ergueu logo e a criada também. Estenderam a mão pra Macunaíma, convidando:
— Seu gigante chegou de viagem, vamos todos saber como está?
Fizeram. Encontraram Venceslau Pietro Pietra na porta-da-rua conversando com repórter. O gigante rio prós três e falou pro motorista:
— Vamos lá dentro?
— Pois não! Piaimã possuía orelhas furadas por causa dos brincos. Enfiou uma perna do rapaz na orelha direita, a outra na esquerda e foi carregando o moço nas costas. Atravessaram o parque e entraram na casa. Bem no
meio do hol de acapu mobiliado com sofás de cipó-titica feitos por um judeu alemão de Manaus, se via um buraco enorme tendo por cima um cipó de japecanga feito balanço. Piaimã sentou o moço no cipó e perguntou pra ele si queria balançar um bocado. O moço fez que sim. Piaimã balançou balançou, de repente deu um arranco. Japecanga tem espinho... Os espinhos entraram na carne do chofer e principiou escorrendo sangue no buraco.
— Chega! já estou satisfeito! que o chofer gritava.
— Balança que vos digo! secundava Piaimã.
Sangue escorrendo. A caapora companheira do gigante estava lá em baixo do buraco e o sangue pingava numa tachada de macarrão que ela preparava pro companheiro. O rapaz gemia no balanço:
— Ah, si eu possuísse meu pai e minha mãe a meu lado não estava padecendo nas mãos deste malvado!... Então Piaimã deu um arranco muito forte no cipó e o rapaz caiu no molho da macarronada. Venceslau Pietro Pietra foi buscar Macunaíma. O herói já estava se rindo com a criadinha. O gigante falou pra
ele:
— Vamos lá dentro? Macunaíma estendeu os braços sussurrando:
— Ai!... que preguiça!.. .
— Ora vamos!... Vamos?
— Pois sim...
Então Piaimã fez pra ele como fizera pro chofer, carregou o herói nas costas de cabeça pra baixo prendidos os pés nos buracos das orelhas. Macunaíma aprumou a sarabatana e assim de cabeça pra baixo era ver um atirador malabarista de circo, acertando nos ovinhos do alvo. O gigante ficou muito incomodado virou e percebeu tudo.
— Faz isso não, patrício! Tomou a sarabatana e jogou longe, Macunaíma agarrava quanto ramo caía na mão dele.
— Que você está fazendo? perguntou o gigante ressabiado.
— Não vê que os ramos estão batendo na minha cara!
Piaimã virou o herói de cabeça pra cima. Então Macunaíma fez cócegas com os ramos nas orelhas do gigante. Piaimã dava grandes gargalhadas e pulava de gozo.
— Não amola mais, patrício! ele fez. Chegaram no hol. Por debaixo da escada tinha
uma gaiola de ouro com passarinhos cantadores. E os passarinhos do gigante eram cobras e lagartos. Macunaíma pulou na gaiola e principiou muito disfarçado comendo cobra. Piaimã convidava-o pra vir no balanço porém Macunaíma engolia cobras contando:
— Falta cinco...
E engolia mais outra bicha. Afinal as cobras se^ acabaram e o herói cheio de raiva desceu da gaiola com o pé direito. Olhou cheio de raiva pro gatuno da muiraquitã e rosnou:
— Hhhm... que preguiça! Mas Piaimã insistia pro herói balangar.
— Eu até que nem não sei balançar. . . Milhor você vai primeiro, que Macunaíma rosnou.
— Que eu nada, herói! É fácil que-nem beber água Assuba na japecanga, pronto: eu balanço!
— Então aceito porém você vai primeiro, gigante. Piaimã insistiu, mas ele sempre falando pro gigante balançar primeiro. Então Venceslau Pietro Pietra amontou no cipó e Macunaíma foi balançando cada vez mais forte.
Cantava: Bão-ba-lão Senhor capitão, Espada na cinta Ginete na mão!
Deu um arranco. Os espinhos ferraram na carne do gigante e o sangue espirrou. A caapora lá em baixo não sabia que aquela sangueira era do gigante dela e aparava a chuva na macarronada. Molho engrossando.
Pára! Pára! Piaimã gritava.
— Balança que vos digo! secundava Macunaíma. Balançou até o gigante ficar bem tonto e então deu
um arranco fortíssimo na japecanga. Era porque tinha comido cobra e estava furibundo. Venceslau Pietro Pietra caiu no buraco berrando cantado:
— Lem lem lem... si desta escapar, nunca mais como ninguém! Enxergava a macarronada fumegando lá em baixo e berrou pra ela.
— Afasta que vos engulo!
Porém jacaré fastou? nem tacho! O gigante caiu na macarronada fervendo e subiu no ar um cheiro tão forte de couro cozido que matou todos os ticoticos da cidade e o herói teve uma sapituca. Piaimã se debateu muitoe já estava morre-não-morre. Num esforço gigantesco inda se ergueu no fundo do tacho. Afastou os macarrões que corriam na cara dele, revirou os olhos pro alto, lambeu a bigodeira:
— Falta queijo! exclamou... E faleceu. Este foi o fim de Venceslau Pietro Pietra que era o gigante Piaimã comedor de gente. Macunaíma quando voltou da sapituca foi buscar a muiraquitã e partiu na máquina bonde pra pensão. E
chorava gemendo assim:
— Muiraquitã, muiraquitã de minha bela, vejo você mas não vejo ela!...







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